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  • Thiago Giglio | Playfirst

Quando criar um Programa de Felicidade na sua empresa?


Falar de Felicidade nas empresas nunca foi tão relevante como neste momento de mudanças laborais e de muitas incertezas. Junto a isto, o fato de que o brasileiro passa em média 20% do tempo da sua vida trabalhando. Isso dá cerca de 1.737 horas por ano. Mais tempo do que os japoneses e canadenses trabalham anualmente. Ou seja, é tempo demais dedicado a um fim que contribui positivamente – ou não – para a felicidade pessoal e social.

Essa felicidade vai além de propósito, mas passa por ele. Vai além de benefícios para o colaborador, salários altos e horários flexíveis, mas também passa por tudo isso. Então, que Felicidade é esta?

É a Felicidade Interna Bruta (FIB), um índice de desenvolvimento humano reconhecido pela ONU com 33 indicadores que colocam o ser humano como principal elemento dentro e fora da organização. Esta metodologia de análise, quando aplicada através de um programa estratégico, além de mensurar as condições de felicidade dos colaboradores, auxilia em decisões do RH, propósitos de ações, iniciativas da área de Marketing e investimentos que atendem às condições de Felicidade a serem promovidas.


Cenários como os que vivemos, onde há discussões construtivas por uma sociedade mais rica culturalmente, igualitária e emocionalmente mais feliz, é o que faz deste momento a hora ideal para implementar um Programa de Felicidade. Com a regência de quem entende do assunto e a participação de gestores e colaboradores líderes dentro da organização.


Talvez, esta seja a sua hora. Vamos juntos!

Referência de dados:

1) Folha de São Paulo. Acesso em 16 de Julho de 2020. Site: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/05/brasileiro-trabalha-190-horas-para-comprar-um-smartphone.shtml#:~:text=O%20brasileiro%20trabalha%2C%20em%20m%C3%A9dia,casa%20e%20local%20de%20trabalho.

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