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  • Thiago Giglio | Playfirst

Felicidade e estratégia de marca

Em uma época onde inúmeras ferramentas digitais promovem a conexão humana, o que se torna mais relevante? Entender o que motiva a interação entre pessoas, marcas e propósitos, ou seguir os apelos comportamentais imediatos do seu público?

Na Playfirst, ficamos com a primeira opção. Nunca foi tão valioso captar antes o que move o comportamento das pessoas. Cada hábito de consumo responde a maneiras diferentes de buscar a Felicidade. Um estado constante de busca, com possibilidades inúmeras para quem deseja ofertar e consumir.


Tal estado de busca reflete não só os atuais e variados questionamentos de propósitos pessoais/profissionais, como também explica a diferença (quase um abismo) entre as expectativas do que é ser feliz entre as gerações.


A geração Alpha inclusive já dita um novo comportamento sobre pais Millennials, traçando uma curva que foge do olhar de gerentes e diretores de marketing. Mas como imergir nestas curvas? Através de estudos de Felicidade.


Quando falamos de Felicidade, não estamos apenas querendo resgatar as preferências emocionais do seu público. Ao tratar de Felicidade, estamos falando das condições de felicidade que inspiram a identificação com o que é oferecido a eles. E como estas condições de Felicidade se relacionam com os reais comportamentos e fases da vida de cada público.


Tal cenário nos faz assumir o FIB (Felicidade Interna bruta) como um método de trabalho que permite identificar estratégias mais relevantes de comunicação em ciclos mais longos, e menos imediatistas.


O FIB se baseia em 9 domínios de Felicidade que são analisados em reports internacionais e oficiais desde 2012. A novidade fica por conta de como utilizar os domínios do FIB como insights estratégicos para ações de marketing e decisões de investimentos em comunicação. Já parou pra pensar nisso?

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