Saúde no digital e diagnósticos que chegam antes
- Thiago Giglio | Playfirst

- 29 de abr.
- 2 min de leitura

O paciente ainda não sabe que está doente. Mas ele está agora no Instagram e outras redes digitais. Este é o primeiro insight que compartilhamos após anos gerenciando campanhas de awareness para doenças raras.
Em uma das campanhas que coordenamos, usamos um ícone cultural brasileiro (Castelo Rá-Tim-Bum) para falar de HPP, uma doença que se disfarça de dores ao longo da vida. O resultado que tivemos foi qual?
4,4 milhões de views nos vídeos do Castelo Rá-Tim-Bum
76% de vídeos assistidos até o final.
Médicos clicando 11x mais do que em outra campanha de 2024 gerenciada por outra agência (reduzimos o custo por clique médico em 92%).
Já em outra campanha, sobre NF1, partimos de um sintoma visível que os pais e pediatras muitas vezes ignoram: a manchinha de pele. Com conteúdo lúdico on-line, ativação física (interação no Museu da Imaginação) e otimização constante nas buscas do Google, obtivemos o maior volume de cliques entre todas as iniciativas de 2025 em doenças raras:
240.000+ acessos a 2 landing pages da campanha
Com engajamento on-site acima de 15%. (benchmark raro em qualquer categoria, especialmente em saúde.)
O que esses dados nos ensinaram:
1. Pessoas só se movem quando se veem na história.
2. Quando um sintoma gera dúvida, o Google se torna a porta de entrada para o diagnóstico.
3. Comunicação baseada em momentos da vida é mais eficiente do que gastar energia nomeando a doença e sintomas.
Cada antecipação de diagnóstico pode significar uma internação a menos no sistema de saúde. Por isso, campanhas de saúde e bem-estar quando bem executadas não são marketing, são prevenção.
Se você trabalha com marcas de saúde e quer entender como construir estratégias digitais que chegam antes da crise, vamos conversar.




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